Semana da Pátria

 

Muito embora o momento não seja dos melhores, pensar na Pátria talvez represente uma das mais importantes atitudes rumo a um futuro melhor.

De nada adianta falarmos em voto consciente, em análise ou em crítica, se não encontrarmos a motivação para agirmos assim, se não encontrarmos um motivo para desencadearmos ações dessa natureza. E o motivo pode ser, justamente, o de querer viver, construir e usufruir de uma Pátria mais Pátria! Daquela que nos dê orgulho de pertencermos a ela!

Pátria é o chão, o suporte, a base de cada indivíduo. Invariavelmente, é a terra em que se vive, é a casa que acolhe a vida de uma pessoa.

Pátria é nosso jeito de ser, é o que levamos para onde quer que vamos.

Esses são motivos mais que justificados para nossa ação consciente.

Ainda que o respeito às lembranças e aos personagens que construíram a história de nossa independência sejam importantes, é preciso valorizar – e, para isso, ninguém melhor do que o professor – o verdadeiro sentido de independência.

Direitos decorrentes de deveres cumpridos, liberdade com responsabilidade, cidadania, consideração e valorização das pessoas.

Pode ser criança, jovem, adolescente, adulto ou idoso: todos são agentes que influenciam e constroem, com suas atitudes, o verdadeiro sentido de independência de sua Pátria.

Porém, fica a pergunta que não quer calar: quem deve dar o primeiro passo rumo a uma Pátria melhor?

A resposta pode ser: cada um de nós!

Texto: Carla Tim (EMME)

Confira a fotos do desfili cívico de 7 de setembro de 2018. Clique aqui>

 

 

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